Quando surge na alma a veste de luz.

Jesus para Luisa
“Minha filha, assim como o sol, que quando surge faz fugir as trevas e faz surgir a luz, transforma a umidade da noite da qual as plantas foram investidas, de modo que ficavam oprimidas, adormecidas e melancólicas e quando surge o sol muda essa umidade em pérolas, embelezando tudo, plantas, flores e sobre toda a natureza seu alo prateado da de novo alegria, a beleza, tira o entorpecimento da noite e com seu encanto de luz parece que dá a mão a toda a natureza para vivifica-la, embeleza-la e dar-lhe vida. O mar, os rios, as fontes, dão temor durante a noite, porém quando surge o sol, os raios solares fazem fugir esse temor e investindo-los até o fundo forma neles um fundo de ouro e de prata, cristaliza as águas e delas forma o encanto mais belo; assim que toda a natureza ressurge por meio do sol, de que se não fosse pelo sol se poderia chamar obra sem vida. Mais que o sol é minha Vontade, quando surge na alma a veste de luz, todos os seus atos são embelezados com luz divina, de modo que converte em mais que fulgidíssimos brilhantes e em adornos preciosos, enquanto que antes que surgisse o sol de meu Querer eram como o orvalho noturno, que oprime as plantas e não lhes dá nem uma tinta de beleza, em troca ao surgir o sol aquele orvalho forma o mais belo ornamento a todas as plantas e dá a cada uma sua tinta de beleza e faz ressaltar a diversidade e vivacidade das cores. Assim, em quanto surge meu Querer, todos os atos humanos ficam investidos de luz, tomam seu lugar de honra em minha Vontade, cada um recebe sua especial tinta de beleza e a vivacidade das cores divinas, de modo que a alma fica transfigurada e coberta de uma beleza indescritível. Conforme surge o Sol de meu Querer põe em fuga todos os males da alma, tira o torpor que produziram as paixões, ou melhor ante a luz do Fiat Divino as mesmas paixões beijam aquela luz e ambicionam converter-se em virtudes para fazer uma homenagem a meu eterno Querer; em quanto Ele surge tudo é alegria, a as mesmas penas que, como mares na noite dão temor as pobres criaturas, se surge meu Querer põe em fuga a noite da vontade humana tirando todo temor forma seu fundo de louro naquelas penas e com sua luz investe as águas amargas das penas e as cristaliza em mares de doçura, de modo a formar um horizonte encantador e admirável. Que não pode fazer meu Querer? Tudo pode fazer e tudo pode dar, e onde surge faz coisas dignas de nossas mãos criadoras”.

Fonte: Libro de Cielo de Luisa Piccarreta. Parte do relato do dia 22 de março de 1927. Tradução do Espanhol para o Português por JNW.

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