Um Deus livre que ama suas ovelhas.

Jesus
Minha querida filha, tu a quem amo, tudo neste mundo, é para mim. Eu sou o Criador deste mundo. Vocês, meus filhos, pertencem a seu Criador. Eu não posso forçar-lhes a pertencer-me, eu sou um Deus livre que ama a sua ovelhas. Eu os quero livres de ir a apascentar nos pastos onde a erva é boa, verde, e brilhante.

Sou tão amoroso de minha ovelhas! As que se afastam do pasto para ir se apascentar mais longe, eu não os impeço, pois elas sabem que o Bom Pastor está ali, que ele as vigia e as protege do perigo. Elas tem confiança em seu protetor. Elas sempre regressam para a mão que as alimenta. Eu sou o alimento de minhas ovelhas. Eu sou seu Amor, elas o sabem. Elas voltam para ver-me melhor. Algumas se vão mais longe sem preocupar-se com o perigo. Quando eu vejo o perigo a seu redor, me precipito para salvar-las.

Porém, meus filhos, entre elas há algumas que não se voltam para ver se estou ai, a vista elas. Elas aproveitam quando eu me volto, para sair, para ir para outras pastos mais atrativos das que lhe são designadas. Sabendo que eu não posso forçar-las a ficar perto de mim, estas ovelhas se afastam sem preocupar-se do perigo.

Elas só querem vencer os obstáculos, porém sua debilidade faz que se firam. Elas não me chamam: elas sentem pena por ter-se escapado. Agora que já estão ai, elas pensam nas ervas que estavam muito verdes e sem perigo, pois as que estavam ao redor delas pareciam menos belas e não boas ao gosto. Estas ervas as haviam seduzido porque não lhe eram acessíveis.

Quando elas se dão conta de seu erro, algumas se afundam ainda mais longe, longe de mim, longe de seu Bom Pastor. Elas se sentem sós, desesperadas, que não podem regressar. Elas choram, se lamentam. O vento que sopra até mim me faz escutar suas lamentações. Deixo todas minha ovelhas que estão em segurança, e saio a buscar-las.

As encontro preocupadas, aniquiladas. As assisto, curo suas chagas e as levo em meus braços, sem nenhuma reprovação de suas faltas. Eu sou tão amoroso delas que as perdoo ainda antes que elas se dêem conta. Eu sou um Deus amoroso delas.

Minhas ovelhas são para mim um tesouro inestimável, um bem muito precioso. Eu as quero a todas minhas ovelhinhas. Regresso a meus pastos com minha preciosa carga. Meus coração pensa nas que não me gritaram por socorro. Aonde estão elas? Eu, o Bom Pastor, também as quero.

Meus amores, são vocês aqueles que não gritaram? Espero seus gritos ao Amor. Eu estou sempre ai para esperar ouvir seus gritos ao Amor. Eu sou aquele que os quer a meu redor, para dar-lhes de comer. Meu Alimento assiste, cura e faz crescer amor para seu Bom Pastor.

Amem-me, eu que as amo, minha ovelhinhas. Me consumo por vocês, filhos de Amor. Jesus que os ama. Anda, minha filha, te amo. Amém.

Fonte: Tradução livre da mensagem nº 100 de 17 de Maio de 2001, do Primeiro Volume do livro “Amor para todos los míos, Jesus”. Por ‘La hija del sí a Jesús’, editado (em francês) em Granby, Canadá por Les Éditions FJ, traduzido para o Espanhol por Sabino y Sulema Alas. Tradução para o Português por JNW.

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